29 de abr. de 2011

Dreams are bad..,

voce, como sempre, estava nele. Eu estava na sua casa, estava muito escuro e provavelmente eu não iria voltar para a minha. Tinha uma cadeira de balançar na sala (que ficava na cozinha e a cozinha ficava na sala) e uma tv. Seu quarto continuava o mesmo. Bom, voce estava chorando muito pelo que já passou... Mas sempre que eu virava para voce, as lágrimas se secavam e voce fingia sorrir sutilmente. De vez em quando voce chamava pelo seu avo, mas nada que pudesse assustar. Só devaneios...
Mexíamos no computador até que surge um barulho da sala. A cadeira de balanço se mexia sozinha... E voce se levantou rapidamente ameaçando correr até lá, dizendo que era o seu avo e que as coisas ruins passaram. Eu te segurei e te dei um choque de realidade. Não era. Te puxei até o corredor da sala enquanto voce chorava muito e a cadeira parecia se balançar rapidamente... Bom, tudo se mexia rapidamente. Surgiu alguém do quarto dos seus avós, mas estava tão deformado que não consigo afirmar quem é. Surgiram barulhos terríveis... Peguei nossos celulares e te levei até a rua. A casa pegou fogo, mas não era um fogo normal... era roxo. E a fumaça tinha rostos e eles gritavam.
Um homem estranho surgiu no meio da rua pedindo para que saíssemos de lá o mais rápido possível. Foi o que fizemos. O problema é que, nós descemos a ladeira correndo e não estávamos mais no Méier... Bom, não sei que lugar era aquele. Mas parecia um tipo de... esgoto? A água fedia e tinha encanamentos bizarros... Tinha quedas d'água e tinha MUITA gente desabrigada também. Não paramos de correr... Chegamos a uma rua semelhante à rua da minha falecida vó Maria... (Rua Baroneza, rua Barão, sei lá) com os mesmos bares e cornos bebados. Já estávamos mais calmos... corríamos menos. Até chegar a uma praia... e eu não sei como paramos lá.


Esqueci de mencionar meu padrasto e minha mãe, com meus irmãos... Na rua Baroneza também. Nós os encontramos e então entramos em um carro. Eles pareciam felizes, mas eu desconhecia o motorista e o carro era velho e pequeno (mas todos nós cabíamos lá.) Antes de chegar à praia nós passamos por diversas casas parecendo sítios... E paramos em cada uma delas (mas nem eu nem voce saíamos do carro... se eu saísse eu te perderia de vista, seria outro sonho). Meu padrasto falava que nós precisaríamos de comida e roupas... E deveríamos roubar dessas casas abandonadas.

Enfim, voltando... Quando chegamos a essa praia, estávamos felizes até. Andamos abraçados e bobos enquanto minha mãe comentava sobre nós. Parecia uma feira... Não me lembro de ver água, mas tinha MUITA areia fina. Parecia um deserto, isso sim... E várias barracas de pessoas vendendo bugingangas por aí.

Não lembro da última parte, mas acaba quase que aí.

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