3 de jun. de 2011
vários sonhos, oh não
primeiro: uma casa com um porão enorme, estava de manhã mas todos os comodos estavam num breu. Não havia luz e toda a familia (desconheço todos) estava no portão da casa, que dava p rua, desesperada. Eu tinha que pegar um bebê que estava no porão, porque ninguém queria ir. Não me liguei na tamanha escuridão (e eu devo sempre evitá-la nos sonhos porque sempre tem uma visita inesperada e eu reapareço em outro sonho). Apareceu uma mulher gorda e alta, com um olho de vidro e o outro bem verde, cabelos longos e loiros porem sujos e despenteados. Ela aparentava ser muito velha. Vestia um longo e sujo vestido vermelho. Ele estava muito rasgado e empoeirado. Ela tinha um sorriso sínico e segurava uma bengala que nunca conseguiria sustentar seu corpo. Ela tentava vir até mim, mas era lenta demais. E então dissera: 'por que essa cara de espanto? Voce me conhece muito bem.' e então senti alguém puxar meu braço, era uma outra mulher, mas tinha uma figura boa. Ela me levou para fora da escuridão e dizia para eu não olhar para trás. Bem, eu olhei. E a loira estava quase que no mesmo lugar, mas fazia umas caretas inumanas. Quando dei por mim estava correndo sozinho, e já estava em outro lugar. Um bar cujo cheiro de cigarro se misturava com as diversas fragrâncias femininas. Quase que um entorpecente. Havia uma mesa de sinuca no centro com uma mulher (voce, e estava completamente puta) jogando. Só tinha nós dois, pois o barman era algo parecido com um espectro sorridente. Peguei um cigarro do bolso da sua calça e alisei suas costas, te fazendo me xingar por ter errado. Eu sorri e o resto não precisa ser dito.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário